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11 julho 2013

Geocaching - 06JUL2013 a 10JUL2013

Do Douro para o Nordeste. Da terra-mãe da minha mulher para a minha terra-mãe e um objectivo muito claro: dar uma avanço significativo na caminhada para a primeira "milestone" de três dígitos.
A aventura na zona de Bragança começou na madrugada do dia 6 de Julho no centro da cidade quando fui cumprimentar o senhor carteiro numa das buscas mais complicadas que já tive. Logar neste local entre as 06:00am e as 02:00am é impossível daí que tenha aproveitado uma saída nocturna com um amigo para despachar a dita cuja. O dia passou e, ao início da noite, fui visitar a desinteressante Dyler Cache e fazer umas festinhas ao cão do gado.
Dia 7 foi dia de ir almoçar à terrinha da minha mãe, que fica enfiada em plena Serra de Nogueira. Oportunidade dada, oportunidade aproveitada! Meti-me no velhinho Citroen AX do meu pai e tracei um itinerário pelo meio de estradas florestais e caminhos de cabras. A primeira paragem foi em Celas de onde segui para uma tentativa de um gole de água na fonte do gelo. Lá no alto da serra, vi as velhinhas mega-parabólicas de perto e fui desvendar a assombração destes montes. Já na descida para Bragança fui ver as vistas para a cidade do Vértice Geodésico de Nogueira e, antes de chegar a casa, ainda deu tempo para me cansar a visitar a capela privada em honra de Santa Rita.
 
Com toda a gente da casa a dormir a sesta na tarde do dia 8, resolvi ir ver os aviões ao aeródromo municipal e relembrar o caminho para um dos melhores restaurantes na arte de servir posta à mirandesa. Daí segui para Gimonde e depois fui passear nas margens do rio Sabor ao pé de uma casa de pedra. Antes do telefonema da esposíssima para ir devorar um gelado ainda consegui ver a paisagem para os vales e montes da Serra de Montesinho no Santuário de Santa Ana.
Por falar em santuários, foi mesmo assim que iniciei as buscas do dia 9 com uma visita ao alto do São Bartolomeu. Do alto do monte desci para as margens do Fervença onde atravessei a Ponte do Jorge e vinguei um DNF com cerca de um ano. Este não foi, aliás, o único DNF a ser vingado neste dia. Já bem perto das 12 badaladas fui chocalhar os caretos e resolvi um mistério adiado desde Janeiro.
Já o calendário assinalava o dia 10 e fui compor uns sapatos antes de subir à Torre da Princesa para relembrar a sua lenda.
O calor não tem ajudado nada nestas aventuras mas tem, sem dúvida, valido a pena! Com a ajuda do geocaching tenho descoberto recantos deste Trás-os-Montes e Alto-Douro que nunca imaginei poderem existir.

04 julho 2013

Geocaching - 02JUL2013 a 04JUL2013

Dediquei estes três dias a "cachar" no Concelho de Carrazeda de Ansiães, a "terra-mãe" da minha esposa. Foram várias as descobertas e, desta vez, vou-me abster de criar os links para cada um dos "tesouros". Prefiro relatar a experiência que vivi em imagens que fui captando com o meu telemóvel. Observarão que é, sem dúvida, um local a visitar.

 

 

 



03 janeiro 2013

Geocaching - 31/12/2012 a 03/01/2013

A terminar a estadia em casa dos sogros resolvi aproveitar para somar mais uns "tesourinhos" à colecção.
A saga começou na noite de 31/12/2012, mesmo a fechar o ano, com a descoberta da muito bem escondida Praça do Toural.
O dia 1 foi dedicado à recuperação da parte da noite que não foi dedicada ao geocaching e ontem, de passagem pela Capela de Nossa Senhora de Fátima lá assinei mais um logbook.
A tarde de hoje foi bastante produtiva. Enquanto a filhota dormia a sesta da tarde fui ver a bonita paisagem dos Três Pinocos. Entretanto a Princesa acordou e fui dar um passeio com ela e a esposa que, infelizmente, não tem grandes apetites por estas coisas do GPS...
Findo o passeio, porque o Sol já ia baixo, achei que ainda havia tempo para mais umas descobertas. Dirigi-me à aldeia de Samorinha e descobri uma das caches mais originais aqui da zona.
Orientei o GPS para a aldeia de Mogo de Ansiães e fui apreciar uma das vistas mais fantásticas do Sul do Distrito de Bragança. Apesar de o Sol se estar a por nesta altura, dirigi-me mais para Sul. Passei pela vila de Carrazeda de Ansiães onde apenas me faltava descobrir arte contemporânea e, apesar de com as coordenadas muito ao lado, consegui!
Finalizei a tarde de buscas com a íngreme subida na aldeia mais sportinguista do país, Parambos.

Fica um mínimo de duas caches para descobrir amanhã em Bragança antes do regresso a Beja. O objectivo "50" desta vez é para cumprir.

29 dezembro 2012

Geocaching - 29/12/2012

Hoje, para além de ser dia de procurar, foi dia de esconder.
Dei uso ao contentor mais original que já construí. A cache já foi revista (que rapidez, SUp3rFM!) e está disponível em http://coord.info/GC43EVJ.
Uma vez que estava de GPS na mão, aproveitei e loguei mais duas que estavam adiadas há algum tempo.
Primeiro fui ver o equipamento com que se fazia o azeite tradicional e, logo de seguida, fui observar uma das melhores vistas para o Castelo de Bragança.

Um dia sossegado, portanto.

26 dezembro 2012

Geocaching - 26/12/2012

A "caça ao tesouro" de hoje começou por volta das 16:00 tendo como foco caches urbanas na minha cidade natal, Bragança.
Resolvi iniciar as buscas com a cache do Parque do Eixo Atlântico. Tive que adiar o log desta desde o Verão por causa do movimento neste parque. O geocaching é para muitos uma actividade desconhecida e para alguns uma actividade inimiga! Há muita gente a quem um pequeno contentor de plástico mete confusão e as hipóteses desta actividade ser ligada a actos ilícitos por parte dos leigos na matéria são muitas! Livre de muggles lá concluí o que tinha deixado por fazer em Julho.
Segui para a catedral de Bragança para encontrar uma microcache magnética com um logbook a necessitar de manutenção urgente!
Outra que tinha ficado por fazer desde o Verão por se encontrar perdida era a da árvore da vida, perto do Castelo de Bragança. Esta foi uma verdadeira aventura, não pela dificuldade em a encontrar, mas pela companhia inesperada, um cão de gado transmontano com uma atitude nada amistosa. Tive que logar à pressa e sair dali com uma pedra na mão para qualquer eventualidade.
Já sem o aconchego solar, tão saboroso no mês de Dezembro em Bragança, comecei a maior jornada do dia com a cache da muralha, também junto ao castelo. Perto de meia hora de buscas com ausência de quaisquer pistas ou descrições detalhadas do "tesouro". Seguindo as dicas acerca da originalidade do contentor deixada nos logs anteriores resolvi começar, literalmente, aos pontapés. Depois de umas boas dezenas de "patadas" na atmosfera eis que surge o mágico texto "isto é um jogo". Uma boa maneira de acabar o dia de buscas.

Claws Cacher

Iniciei-me no Geocaching há cerca de ano e meio. Descobri, entre caches, desafios, eventos e tantas outras actividades, uma excelente e saudável forma de ocupar os meus tempos livres.
Infelizmente não consigo levar este hobbie com a regularidade desejável. A prova disso é o baixíssimo número de "founds" que tenho no meu período de actividade.
Não quero, no entanto, deixar de partilhar as melhores imagens e histórias dos melhores locais que visitei e irei visitar enquanto Geocacher.

Abro, assim, uma nova rubrica no Bombeiralhadas dedicada a esta actividade.