Numa altura em que se discute a aprovação do orçamento de Estado para 2011, surgem ideias na cabeça de todos os Portugueses acerca de possíveis medidas que iriam alcançar os mesmos objectivo mas minimizariam o esforço do Povo. Quer dizer! Na cabeça de todos os Portugueses não! Exceptuam-se os partidos da oposição que dizem "Nós votamos contra!" mas não apresentam soluções viáveis! (De bota-a-baixismo está o parlamento cheio, diria o outro!)Voltemos à questão das ideias na cabeça dos Portugueses. Eu como Português que sou, tenho algumas. Passo a explicá-las:
PARLAMENTO:
- Redução drástica do número de deputados na Assembleia da República. Um deputado por cada 50000 eleitores, por exemplo;
- Redução drástica do número de ministros, chefes de gabinete, secretárias, etc. Racionalização de meios humanos, portanto;
- Introdução de um sistema Presidencial em que o Presidente assumiria a função de legislador e perderia a função de "corpo presente". Neste caso, a figura de Primeiro-Ministro desapareceria e eu iria para o desemprego.
ACTOS ELEITORAIS E ORGÂNICA AUTÁRQUICA:
- Reunir todos os actos eleitorais num só. Nesse acto eleitoral seriam elegíveis o Presidente e o seu governo, um representante do Governo para cada distrito que assumiria funções autárticas (lá iam os presidentes das câmaras municipais para a reforma, ou então os governadores civis), uma equipa de trabalho para cada distrito, um representante do "novo presidente de câmara" para cada concelho e uma equipa de trabalho. Acabavam as Juntas de Freguesia!
GESTORES EMPRESARIAIS:
- Reduzir drasticamente o número de gestores nas empresas do Estado. De cinco ou seis, ou mais, passariam para apenas um;
- Fim dos prémios de gestão e introdução de punições por má gestão! Quem não sabe gerir e abre buracos financeiros é responsabilizado pelos seus actos.
SALÁRIOS:
- Ninguém poderia receber mais que o Presidente da República.
INCENTIVOS:
- Apenas o elemento no topo da cadeia hierárquica de uma empresa/instituição teria direito a viatura do Estado. O mesmo se passaria com o Governo e Assembleia da República em que apenas o Presidente da República, Ministros e Presidente da Assembleia da República teriam direito a viatura e, apenas a uma viatura!
FORÇAS POLICIAIS:
- Unificação da GNR e da PSP numa só Força gerida por um Chefe máximo e com cinco comandos: Norte, Centro, Sul, Açores e Madeira. Fecho dos postos situados em localidades com menos de 1000 habitantes.
FORÇAS ARMADAS:
- Unificação dos três ramos das Forças Armadas num só gerido por um só General e comandado à semelhança do proposto para as Forças Policiais;
- Fecho de várias Bases Aéreas deixando apenas 5 em funcionamento: Norte, Centro, Sul, Açores e Madeira;
- Fecho de vários Quarteis do Exército usando como mesmo princípio o usado nas Bases Aéreas;
- Aplicar o mesmo em relação às Bases Navais.
FERIADOS NACIONAIS/MUNICIPAIS:
- Fim de todos os feriados municipais;
- Como Estado laico que Portugal é, fim de todos os feriados religiosos. Seria aberta uma excepção para o dia 25 de Dezembro pelo seu simbolismo. No entanto, passaria a ser denominado de "Dia da reunião familiar";
- Fim do feriado do dia 10 de Junho (explico aí em baixo);
- Fim das comemorações da implantação da República. No entanto, este feriado manter-se-ia como forma de comemoração do Dia de Portugal. Isto porque, em 5 de Outubro de 1143 foi reconhecida ao Condado Portucalense a sua soberania como Estado Independente com a assinatura do Tratado de Zamora;
- Como já tinhamos o dia da Independência (5 de Outubro), a restauração da independência celebrada a 1 de Dezembro deixaria de constar do calendário de feriados nacionais.
IMPOSTOS:
- Proporcionalidade das taxas ao salário total do contribuinte. Quem recebe mais, paga mais!
(...)
E pronto. Estas são algumas ideias que eu aplicaria se tivesse poder para isso! Como parece que a oposição anda com falta de imaginação, ficam aqui as sugestões! Eu não processo ninguém se fizerem "Copy/Paste" do que aqui está escrito!
Ah!!! A cantina da Assembleia da República manter-se-ia fechada à noite!
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